Ontem, revi um
daqueles filmes que me deixou marcas irreversíveis. Pode não ser dos mais brilhantes, não é certamente, mas, sem se saber muito bem porquê, tornou-se na minha
referência para a comédia europeia – a que rege a fronteira entre a ala francófona de Louis de Funès e Jean-Marie Poiré e o fantástico universo Kusturica (que são as únicas que realmente interessam).
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